Não começamos desenvolvendo software. Primeiro entendemos a sua operação.
Projeto de software que começa pelo orçamento costuma terminar entregando a coisa errada no prazo certo. Antes de propor qualquer construção, mapeamos como a informação realmente circula na sua empresa — inclusive pelos caminhos que não estão em nenhum sistema.
As quatro etapas
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01
Sistemas atuais
O que cada ferramenta faz de verdade, quem usa, o que foi contratado e nunca chegou a ser usado. Inclui as planilhas que viraram processo.
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02
Processos
Como a informação circula entre setores: onde nasce, quantas vezes é digitada, quem precisa dela e quem descobre tarde demais.
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03
Pontos de ruptura
Retrabalho, duplicação, gargalos e as dependências de pessoa — aquele ponto em que a informação só existe porque alguém lembrou de atualizar.
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04
Arquitetura recomendada
O que integrar, o que automatizar, o que manter como está e o que vale desenvolver. Com ordem de prioridade e o porquê de cada escolha.
O que você recebe ao final
- O desenho da operação como ela funciona hoje, incluindo o que acontece fora dos sistemas.
- A lista dos pontos onde há retrabalho, com uma noção do esforço que cada um consome.
- Uma recomendação de por onde começar — nossa preferência é um único processo, não o sistema inteiro.
- O que dá e o que não dá para integrar com os sistemas que você já tem.
- Uma proposta com escopo, prazo e investimento, se fizer sentido seguir.
Quanto custa e quanto demora
A primeira conversa é gratuita e sem compromisso, e leva cerca de 30 minutos. Ela já serve para saber se há problema real a resolver — quando o retrabalho é evidente, dá para apontar onde ele está logo nessa conversa.
Se a operação for complexa o bastante para justificar um levantamento mais fundo, combinamos o formato e o custo antes de começar. Você não recebe proposta de desenvolvimento sem antes ver o diagnóstico que a sustenta.
Vale dizer: o diagnóstico pode terminar com a recomendação de não desenvolver nada. Se o caminho mais barato for configurar melhor o que a empresa já tem, é isso que você vai ouvir.
Começar por um processo só
Não é preciso decidir o sistema inteiro de uma vez. Preferimos começar pelo processo que mais gera retrabalho hoje, colocar no ar e evoluir a partir dali — sem parar a operação e sem um contrato grande antes de existir resultado.
É também o jeito mais barato de descobrir se a gente trabalha bem junto.
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Descubra onde a sua operação está fragmentada
Em uma conversa de 30 minutos, mapeamos os principais pontos em que sistemas, planilhas e pessoas estão fazendo trabalho que poderia estar conectado. Prefere não conversar agora? Preencha o formulário e retomamos quando fizer sentido.
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