A operação de uma indústria, do pedido à entrega, em um sistema só
Sistema de gestão operacional construído sob medida para uma indústria, com sincronização de ponta a ponta com o ERP da empresa. Cliente confidencial: as imagens são reais, com os dados desfocados de propósito.
O problema
A empresa já tinha ERP. O que faltava era a camada de operação:
- Pedidos e entregas dependiam de controles separados, mantidos por setores diferentes.
- A informação operacional circulava manualmente entre produção, expedição e vendas.
- O ERP registrava o resultado, mas não acompanhava o que estava acontecendo no dia.
- Saber a situação de um pedido significava perguntar para alguém.
- O chão de fábrica trabalhava com a programação impressa ou repassada de boca.
A solução
Sincronização de ponta a ponta com o ERP que a empresa já usava. Nada foi substituído: o sistema cobre o que o ERP não alcançava.
O que entra em cada dia, com capacidade, prioridade e o acompanhamento do que efetivamente saiu.
Agendamento com veículo e motorista, e a posição da frota em tempo real durante a rota.
Painel em telão para o chão de fábrica acompanhar a programação sem precisar perguntar nem consultar papel.
As telas




O resultado
O cliente é confidencial, mas o que mudou na operação pode ser descrito — e, num ponto, calculado:
- Pedido, produção, estoque e entrega passaram a viver em um só lugar, na mesma linha do tempo.
- A digitação duplicada entre o ERP e os controles paralelos foi eliminada.
- O chão de fábrica acompanha a programação em telão, sem precisar perguntar.
- A operação ganhou visibilidade de ponta a ponta, do pedido à entrega.
- A situação de um pedido deixou de depender de quem estava por perto para responder.
O gargalo que dá para calcular: um remanejamento por dia
Chuva na obra, atraso no canteiro, mudança de planos — cerca de uma vez por dia um cliente pedia para adiar a entrega. O pedido em si levava segundos. O que custava caro era o que vinha depois dele.
A vendedora ligava para a logística e explicava o motivo. A logística alterava a data — mas a previsão do material que sairia do estoque era controlada em planilha, porque o ERP não cobria essa parte. Então anotava-se em papel a quantidade, o dia e o cliente; reprogramava-se a saída daquele material; e definia-se uma data futura que às vezes o próprio cliente ainda não tinha, deixando o pedido pendente.
O percurso inteiro consumia cerca de 30 minutos da logística e 10 da vendedora. Duas equipes, todo dia, para mover uma entrega de lugar.
O que mudou
O mesmo remanejamento é resolvido direto na tela, sem papel e sem planilha paralela sustentando a previsão de saída do estoque.
A vendedora resolve sozinha. A logística não ficou mais rápida nessa tarefa — deixou de ser acionada por ela.
É o tempo de logística que deixou de ser consumido: 30 minutos por dia, em 20 dias úteis. Foi o número que a empresa mediu primeiro.
Logística e vendas juntas, no mesmo período — pouco mais de um dia e meio de trabalho de uma pessoa, todo mês.
Como esse número foi calculado
É uma estimativa da própria empresa, não uma medição controlada. Ela parte de um remanejamento por dia, do tempo que o processo antigo consumia em cada equipe e de 20 dias úteis no mês. Está aqui com a conta aberta justamente para você poder conferir cada parte.
Não convertemos em dinheiro de propósito: o custo-hora é de cada operação, e um número em reais tirado da realidade de outra empresa não diria nada sobre a sua.
Se quiser usar isso, o caminho é este: conte quantos remanejamentos a sua operação tem por dia, quanto tempo cada um consome hoje e quantas pessoas ele envolve. Multiplique pelo seu custo-hora. O resultado vai ser diferente deste — e é o seu que importa.
Os módulos construídos
Cada um desenhado a partir do processo real da empresa:
A sua operação se parece com essa?
Conte como a sua empresa funciona hoje. A primeira conversa é gratuita e você sai dela sabendo o que dá para organizar.
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